Oi Maravilinda, tudo bem com você?

 

Atire a primeira camiseta aquela mulher que nunca cansou de abrir o guarda-roupa, procurar um look e sair com a mesma combinação de alguns dias atrás, ignorando um monte de peças que estão há meses sem uso (quem nunca). Pensando nisso, foi criado o conceito de armário-cápsula que, como o próprio nome sugere, transforma o seu guarda-roupa em algo mais compacto.

 

O processo começa com uma "limpa" no closet. Aqui a gente começa a retirar os excessos. Sugiro que você separe duas pilhas: uma com as roupas que você usa com frequência e sabe que são versáteis (estando ou não na moda) e outra, aquelas mais específicas e que são de pouco uso.

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Certo. Agora vem a parte mais desafiadora. A segunda pilha deveria ir pra doação e/ou bazar, né? Mas, se não conseguir desapegar de tudo ainda, coloque tudo em uma mala e guarde longe dos olhos e do seu armário do dia a dia.

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O segundo passo é desenvolver combinações possíveis com as peças restantes, de acordo com o que lhe faz bem, seguindo seu estilo. Aí entra a criatividade e a originalidade. Ah, Lu, isso dá trabalho. Sim, verdade. Mas se você quer aprender de verdade, deve praticar. A gente não aprende nada nessa vida se não praticar, né não?

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E aí, não existe limite pra criatividade. Tem gente que consegue fazer um armário-cápsula com 20 peças. Na internet, uma blogueira montou o dela com 37. Tem gente que indica 40. Eu tenho aproximadamente 55. Mas não é o número que é importante. O importante é você se sentir bem, conseguir ver todas as suas peças e exercitar muitas maneiras de usá-las. Leve em conta o clima da sua cidade e não inclua roupas de academia, peças íntimas, roupas de festa, acessórios. Pode incluir sapatos, se você quiser.

 

Uma dica legal é fotografar cada combinação que você montou. Ah, não vale reduzir agora e continuar comprando pra encher o armário de novo. O legal é saber o que funciona pra você e se manter com pouca e boas peças. Eu recomendo você encontrar um equilíbrio e exercitar aquela “regrinha”de entra uma, sai uma, sabe?